O sofrimento não é punição, mas sim oportunidade de aprendizado

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A programação noturna segue com mais uma palestra edificadora. Na terça-feira, foi a vez do Presidente da Federação Espírita do Rio Grande do Norte, Eden Ernesto da Silva Lemos ministrar a mensagem sobre o tema: A Cada Dia Basta sua Aflição. A vibração musical da noite, apresentou belas canções interpretadas por Figueiredo na abertura, e ao final, por Andrea Cleone.  

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Eden Ernesto é Mestre e Doutor em Educação, graduado em Engenharia Mecânica, Zootecnia, História e Pedagogia. Esta é a primeira vez dele na Semana Espírita de Vitoria da Conquista, a sua presença causou expectativas nos participantes, esses por sua vez, se sentiram contemplados com as palavras de Ernesto.

O Expositor esclareceu sobre como se comportar em momentos de aflições, conforme os ensinamentos do Evangelho e O Livro dos Espíritos. Primeiramente, segundo Ernesto, é preciso encarar o sofrimento como oportunidade de aprendizado e não como um ato de punição Divina. “ Quando as aflições batem à porta, na verdade é Deus, Pai infinito, nos dizendo: ‘ Filho, por que não venceis as aflições? Observa-te nessa experiência, observa-te nessa aflição”.

Segundo, é preciso coragem para seguir o caminho do autoconhecimento e identificar as atitudes pessoais que causam dor tanto para o indivíduo, como para pessoas ao seu redor, “ Na busca pela superação, mais experiente nos tornamos, e mais coragem possuímos”, pontuou o palestrante.

Contudo, a coragem significa romper as barreiras do ego, que impendem a visualização dos erros, muitos não estão dispostos a admitirem as responsabilidades de seus atos. Fugir do aprendizado, conforme a Doutrina Espírita, significa escolher a estagnação como opção de vida, isto é, ficar preso em várias encarnações, repetindo a mesma história em todas elas.

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Por último, ele falou que o fim da aflição está no amor de Deus, por isso é necessário voltar para os braços do Pai, assim como filho pródigo retornou para sua casa. “Jesus representa um abraço tão significativo, que a arte registrou como um abraço de mãe e pai ao mesmo tempo”, disse.

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Redação: Ingrith Oliveira
Fotos: Iuri Argolo

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